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A Dança do Ventre, ou seja: A Dança do Abdômen Em 1798, Napoleão Bonaparte teve o seu primeiro contato com a dança oriental em sua primeira expedição científica ao Egito, através da recepção fraterna e festiva de Gawazys - dançarinas profissionais dos povos Tiziganes, durante a ocupação de suas tropas sobre o Cairo. Bonaparte ficou impressionado com os curiosos movimentos abdominais das dançarinas. A Dança do Oriente, ou mais comumente denominada Dança do Ventre, chama-se em árabe: Raqs el Chark, que quer dizer: Dança do leste; é uma arte milenar, que traz inúmeros benefícios às suas praticantes. Os movimentos ondulantes permitem uma irrigação sangüinea mais abundante na região pélvica (relativo à bacia), melhorando lombalgias, flacidez perineal (períneo = Anat = espaço situado, no homem, entre o oscroto e o ânus e, na mulher, entre a vulva e o ânus), lubrificação vaginal, a função sexual e do emagrecimento. A Dança do Ventre permite uma integração corpo - mente, pelo desenvolvimento da consciência corporal, facilitando as correções de postura, respiração e eliminação de vícios posturais. É freqüentemente utilizada como apoio às psicoterapias, já que trabalha com "o lado feminino", valorizando a sensibilidade e a feminilidade.
Benefícios da
Dança do Ventre Físicos:
* Coordenação motora. Terapêuticos:
* Auto-estima (todos aqueles problemas de: timidez,
inibição, etc.). Importante: A Dança do Ventre não é recomendada nos primeiros 3 meses de gestação, e sim passado dos 4 meses, ainda com acompanhamento intensivo da professora, juntamente ao do ginecologista.
Eu não sou médico nem bruxo, mas estou narrando com
conhecimento de causa. Um profissional da cultura sem um texto especializado em suas mãos, é como um Cristão sem a Bíblia !!!
Um Argelino
no Brasil. Abdedou Hacène E-mail: sahara-oasis@lpnet.com.br |